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Espero que este blog possa abençoar a sua vida! Um grande abraço.

terça-feira, 9 de abril de 2013

LEI N º 12.764 DE DEZEMBRO DE 2012 - REGULAMENTA OS DIREITOS DA PESSOA AUTISTA

          "A LEI Nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990". 
          No Art. 3º, Inciso IV - Parágrafo único dispõe que "Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso VI do art. 2º, terá direito a acompanhante especializado".


                  COLEGAS: temos que lutar junto as famílias para que esta Lei seja realmente cumprida pelas instituições de ensino e não fique só no papel. Procurem ler toda a Lei, para se informarem dos direitos dos nossos alunos e nosso também.

terça-feira, 12 de março de 2013

EXEMPLO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGEM

     AUTORIZAÇÃO

          Eu___________________________________________, responsável pelo aluno ____________________________________________________, autorizo o uso de imagens ou trabalhos realizados no AEE, pelo (a) professor(a) ___________________________________________, para fins educativos em relatórios, seminários, sites e outros.


                                                   
                                                    ______________________________________________
                                                                          Assinatura do pai ou responsável


                                                                                             Local e data


                         ________________________________________________________________


OUTRO EXEMPLO

 NOME DA ESCOLA:
 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - AEE
NOME DO PROFESSOR DO AEE


        Autorização de pais ou responsáveis para uso de imagens e trabalhos no AEE pela professor(a)... para fins educacionais em congressos, INTERNET e outros.
  

         Autorizo o uso de imagens gravadas ou fotografadas do meu filho(a) e do trabalho realizado no AEE - Atendimento Educacional especializado pela professora ___________________________, para fins educativos, nas instâncias e meios de comunicação que se fizerem necessário.


         _________________________________________________________________________
                                                Assinatura do pai ou responsável


                                                            Local e data
                                     ______________  x  ___________________

OBS: Lembre-se os pais não são obrigados a assinarem a autorização se não concordarem, deixe isso bem claro.

                           Esses são apenas exemplos, você mesma pode formular sua autorização. Nenhuma imagem de qualquer aluno ou pessoa pode ser publicada sem autorização.

       

            

terça-feira, 5 de março de 2013

               INÍCIO DO ANO, COMO ORGANIZAR O AEE





        QUANDO O ANO COMEÇA SÃO TANTAS COISAS PARA  ORGANIZAR NO AEE, POR ONDE COMEÇAR, QUAIS SERÃO AS PRIORIDADES? 
        O AEE- ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, NÃO É UMA SALA COMUM. É UMA SALA COM OBJETIVOS BEM ESPECÍFICOS E INDIVIDUAIS, PRECISA-SE TER ISSO BEM CLARO. ENTÃO, COM  A RELAÇÃO DOS ALUNOS QUE IRÃO SER ATENDIDOS EM MÃOS, DEVE-SE ELABORAR ALGUNS DOCUMENTOS QUE IRÃO SER UTILIZADOS DURANTE O ANO NA SRM COMO:
- FICHA DE MATRÍCULA DO AEE (TEM UM EXEMPLO NO BLOG EM POSTAGENS ANTERIORES);
- FICHA DE ACOMPANHAMENTO DOS ALUNOS OU PROVIDENCIAR CADERNOS PARA REGISTRO INDIVIDUAL DO ALUNO. (ESSE CADERNO OU FICHA DEVERÁ CONTER DURANTE TODO O ANO AS OBSERVAÇÕES DO PROFESSOR SOBRE CADA ATENDIMENTO);
- REALIZAR ENTREVISTA COM OS PAIS, PROFESSORES E SE POSSÍVEL COM PROFISSIONAIS QUE ATENDEM O ALUNO MAIS POSTERIORMENTE. ESSAS ENTREVISTAS SERVIRÃO PARA SE COLHER DADOS IMPORTANTES SOBRE A CRIANÇA, COM O OBJETIVO DE SE  ELABORAR O PLANO ANUAL DO AEE ( TAMBÉM TEM EXEMPLO NO BLOG).
- DE ACORDO COM A DISPONIBILIDADE DE CADA ALUNO, RELATADA PELOS PAIS NA FICHA QUE PREENCHERAM, O PROFESSOR DO AEE DEVERÁ ELABORAR OS HORÁRIOS DE ATENDIMENTO, QUE DEVERÃO OCORRER NO CONTRA TURNO EM QUE O ALUNO ESTUDA NA SALA REGULAR.
- A ELABORAÇÃO DO PLANO ANUAL DO AEE SERÁ MAIS PRECISO ALÉM DAS ENTREVISTAS, APÓS O DIAGNÓSTICO INICIAL DOS ALUNOS.
- A SRM DEVERÁ ESTAR BEM ACOLHEDORA, PARA QUE OS ALUNOS SINTAM PRAZER EM ESTAR NESTE ESPAÇO. E O PROFESSOR DEVERÁ PROPORCIONAR RECURSOS LÚDICOS, ATRATIVOS, QUE DESPERTE O INTERESSE DAS CRIANÇAS, LEMBRE-SE A SRM NÃO É SALA DE REFORÇO, É UM ESPAÇO ONDE OS RECURSOS USADOS SERÃO PARA COMPLEMENTAR, SUPLEMENTAR, AJUDAR O EDUCANDO EM SUA INCLUSÃO NA SALA DE AULA REGULAR, MINIMIZANDO AS BARREIRAS QUE O IMPEDE DE PARTICIPAR ATIVAMENTE DO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE SUA TURMA. ESSAS SÃO APENAS ALGUMAS DICAS, USE SUA CRIATIVIDADE E PLANEJE UM ACOLHIMENTO BEM DIVERTIDO PARA SEUS ALUNOS.
- FAÇA UM DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE USO DE IMAGENS PARA QUE OS PAIS ASSINEM, OS QUE DESEJAREM, PARA QUE TENHA O DIREITO DE PUBLICAR VÍDEOS E FOTOS DO SEU TRABALHO COM AS CRIANÇAS.


                                        ALUNOS AEE 2013


                        Recentemente recebi a relação dos alunos que terei de atender este ano, neste momento tenho a previsão de trabalhar com 21 alunos distribuidos nos dois turnos diurno. As Necessidades especiais desses alunos são: TGD (4), Síndrome de Noonan 1, Síndrome de Erhlen Danloos 1, Deciiência intelectual 5, deficiência auditiva 1, Dificuldades de aprendizagem sem comprovação médica 08, DV 1. Os desafios continuam sendo enormes, pois precisarei estudar cada caso, embora alguns já sejam meus alunos há dois anos. Há laudos ainda incomprensível para nós, mas isso não é o mais relevante, o importante é fazer o diagnóstico inicial com o aluno, entrevistar os pais e professores e colher subsídios que possam nortear o planejamento para o seu atendimento. É preciso neste momento se descobrir as possibilidades que o aluno apresenta para aprender, bem como suas necessidades e dificuldades, Alguns teóricos não gostam quando se fala em dificuldades do aluno e enfatizam sempre que devemos olhar apenas para as possibilidades dele, porém penso que devemos sim observar as dificuldades para buscar meios pedagógicos para saná-las. Tudo que pudermos descobrir a respeito do nosso aluno que venha favorecer o nosso trabalho deve ser feito. Visitas aos profissinais que trabalham com eles, visita a sua residência para observá-lo no meio familiar, encontros períódicos com os professores e outros.
                    Bem, estou confiante que farei o melhor que puder para ajudar as minhas crianças, sei que essa lista que citei não está fechada é apenas a listagem inicial, sempre surge alunos novos. Peço ao meu Deus que me dê muita sabedoria e amor para fazer o meu trabalho com muita dignidade e segurança.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

INÍCIO DO ANO LETIVO NOVAS PERSPECTIVAS DE APRENDIZAGEM.


Ao iniciar o ano letivo, nos sentimos ansiosos e preocupados em fazer um trabalho com nossos alunos bem melhor, mais produtivo e prazeroso. Sentimos a responsabilidade da função que exercemos, sentimos o desejo de procurar o novo, mas com cuidado para reaproveitar o que de bom foi feito no ano anterior. Ainda não recebemos as crianças que iremos atender, amanhã teremos uma noção de quantos e quais deficiências deveremos trabalhar em 2013. Contudo, já estamos nos preparando para fazermos o melhor que pudermos para ajudar nossos meninos (as). Tenho plena certeza que será mais um ano de muita aprendizagem, especialmente para mim. Já declaro que será um ano de muitas vitórias e sucessos para todos nós. Espero em breve relatar experiências maravilhosas sobre o meu trabalho e novos conhecimentos. 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012






Entenda a dislexia

Pesquisa recente da IDA, a Associação Internacional de Dislexia, mostra que entre 5% e 17% da população mundial sofrem com o distúrbio. Os primeiros sinais podem ser detectados já no processo de alfabetização, pois crianças com o problema encontram mais barreiras na compreensão.

Dificuldades para ler e escrever, letra cursiva disforme e lentidão para aprender. Antes de sobreca
rregar a criança de castigos e responsabilidades, procure investigar se ela não sofre do transtorno. Situações corriqueiras "como confundir a direita com a esquerda, dificuldade em usar mapas e amarrar os sapatos também fazem parte do diagnóstico de um dislexo", revela a presidente da Associação Brasileira de Dislexia, Rosemari Marquetti de Mello.

Para quem vive o problema ou convive com ele, é importante, antes de tudo, ter consciência de que não está lidando com uma doença. A fonoaudióloga Fabiana Werneck, da Clínica Movimentos, no Rio de Janeiro, esclarece: "Ressalto que a dislexia é uma dificuldade, não uma patologia. É um problema da linguagem que independe do sexo, do nível econômico e do grau de inteligibilidade, pois os pacientes com dislexia têm inteligência normal". Por esse motivo, a presidente da Associação Brasileira de Dislexia defende que os dislexos devem levar uma rotina comum: "Ele não é um deficiente. Ele tem todas as condições de frequentar uma escola normal, mas deve ser objeto de uma atenção diferenciada dos professores".

As especialistas afirmam que o transtorno é invariavelmente genético, mas Rosemari Marquetti de Mello ressalva: "Não quer dizer que, seu o seu pai tiver, você terá. Pode pular algumas gerações. Isso decorre de alguns genes que apresentam cromossomos alterados, podendo vir do pai ou da mãe".

Um dos desafios para os dislexos é associar as letras com o som. "A criança ouve uma palavra e o cérebro identifica de maneira diferente. Por exemplo, letras como o 'v' e o 'f', que são muito parecidos, causam muita confusão", continua Marquette de Mello, que destaca o diagnóstico como a parte mais complexa do processo: "Ele deve ser feito através de uma equipe multiprofissional: psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e neurologistas. Fora isso, ainda existem os formulários dados aos pais e professores para avaliar as dificuldades externas ao paciente. É um diagnóstico por exclusão. Se identificarmos, por exemplo, uma menor inteligibilidade da criança, a possibilidade de ela ser dislexa está descartada".

O tratamento é feito de maneira educacional: "Com o diagnóstico pronto, a criança vai ser encaminhada para um fonoaudiólogo, que vai cumprir o papel de reabilitar e minimizar as dificuldades", conta Fabiana Werneck. Ela sugere que a terapia seja acompanhada de ajuda psicológica: "Essa dificuldade acaba gerando uma frustração. E quando essa criança tem dificuldade de lidar com isso é recomendável o apoio de um psicólogo. Muitas vezes a criança se fecha, fica insegura, envergonhada".

Por não se tratar de uma doença, a dislexia não tem uma cura. "Quem nasce dislexo, morre dislexo. Mas o ser humano tem uma capacidade fantástica de adaptação que, dependendo do treino, o paciente pode atingir resultados impressionantes", conta Marquetti de Mello, que faz coro com a fonoaudióloga da Clínica Movimentos: "O paciente vai carregar isso para o resto da vida. Ele precisa ser trabalhado e estimulado através de tratamentos fonoaudiólogos e também psicológicos, para, com o tempo, conseguir administrar essa dificuldade". Texto de Sylvio Netto

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