SEJA BEM VINDO(A)!

Espero que este blog possa abençoar a sua vida! Um grande abraço.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

DIFICULDADES DE ESFÍNCTER

Professor fique informado - VOCÊ PODE PEGAR UMA CRIANÇA COM ESSE PROBLEMA
perturbações do controlo dos esfincteres Perturbações de Eliminação Enurese & Encoprese Diana Frasquilho O controlo dos esfíncteres faz-se, normalmente, entre o 2º e o 4º anos de vida, acompanhando uma fase de grandes mudanças físicas, cognitivas e sócio-afectivas em que a criança deixa de ser um bebé, para evoluir progressivamente mais capaz de usar os seus sentidos e as experiências quotidianas para se conhecer e, conhecer o mundo que o rodeia, dando assim passos decisivos no caminho da autonomização. A aprendizagem da higiene A maioria das crianças começa a ser capaz de largar as fraldas durante o dia até aos dois anos e meio, três anos, com acidentes ocasionais e está preparada para tirar as fraldas de noite até aos quatro anos. Esta aprendizagem representa uma tarefa de desenvolvimento importante durante a fase pré-escolar a par de outras competências de autonomia ligadas ao sono, à alimentação e à higiene diária e é valorizada pela sociedade como um sinal de maturidade e adaptação, e pelos pais como um primeiro degrau no sentido da autonomização da criança. Processo de aquisição do controlo dos esfíncteres Entre os dois e quatro anos as crianças adquirem o reconhecimento da necessidade de urinar e a capacidade de reter a urina alguns minutos. Até aos quatro anos e os cinco anos as crianças são capazes de iniciar o acto de urinar voluntariamente seja qual for o volume e urina na bexiga. Quanto as fases de desenvolvimento do controlo das fezes são menos claras. O controlo das fezes, pelo próprio processo fisiológico envolvido, é geralmente atingido antes do controlo da urina, normalmente na segunda metade do primeiro ano. Se a criança tem hábitos intestinais muito regulares e pais atentos, que a colocam no bacio à hora provável (geralmente após as refeições), a transição para a fase de fazer a maioria das evacuações no bacio é rápida. Geralmente entre os 24 e os 30 meses a criança é capaz de antecipar em alguns minutos a necessidade de evacuar. Enurese Enurese é uma derivação latina do termo grego onourein, que significa “urinar em”. A identificação da enurese como problema é geralmente feita pelos pais, quando consideram ultrapassada a fase que estimam adequada para a aprendizagem dos hábitos de higiene, ou pelos educadores de infância. Enurese define-se como a passagem involuntária de urina para as roupas ou cama, depois de idade em que a criança devia ter feito a aprendizagem do controlo dos esfíncteres (a idade cronológica da criança deve ser de no mínimo 5 anos, ou, para crianças com atrasos do desenvolvimento, uma idade mental de no mínimo 5 anos), e na ausência de outra patologia orgânica. Para corresponder a um diagnóstico de Enurese, a micção deve ocorrer no mínimo duas vezes por semana por pelo menos 3 meses, ou então deve causar um sofrimento ou prejuízo significativo no funcionamento social, académico ou outras áreas importantes na vida do indivíduo Encoprese Não sendo tão frequente quanto a Enurese, a Encoprese é no entanto uma perturbação relativamente comum na clínica pediátrica e psicológica. É uma perturbação caracterizada pela passagem de fezes formadas, semiformadas ou liquidas, em condições ou local inapropriados, em crianças com mais de 4 anos de idade Origem das perturbações de eliminação Apesar da procura de causas genéticas, acredita-se que é a combinação de vários factores que explica a maioria dos casos individuais. Alguns determinantes psicológicos até agora estudados sugerem que, a origem da perturbação pode advir de: falhas na aprendizagem e manutenção dos hábitos de higiene, aprendizagem prematura, tardia ou pouco sistemática; acontecimentos de vida stressantes e ansiedade. Outro factores como a associação da eliminação com dor e as experiências aversivas durante a aprendizagem e manutenção dos hábitos de higiene podem, nalguns casos, ser causa directa. A atitude dos pais em relação a enurese/encoprese também é um determinante psicológico muito importante, uma vez que a aquisição da higiene é um desafio as competências educacionais dos pais. A atitude dos pais quando é pouco correcta e sistemática, ou quando centra mais a atenção nos insucessos do que nos sucessos da criança, favorece a emergência destas perturbações. Tratamento Existe uma grande diversidade de abordagens que apresentam medidas terapeuticas eficazes para o tratamento das perturbações de eliminação. Salientam-se além da terapia farmacológica, as medidas gerais de (Re) educação que ressaltam a importância do desenvolvimento de capacidades individuais da criança no sentido da autonomia com o apoio activo e permanente da família; as Psicoterapias de Orientação Dinâmica – a conducta como expressão de uma perturbação interna ou relacional; as Terapias Comportamentais e Aprendizagem Social – que visam a eliminação do comportamento alvo e a sua substituição por outro mais adequado.
Barros, L. (2004). Perturbações de eliminação na infância e na adolescência. Psicológica 17, Climepsi Editores: Lisboa. Relvas, A. (1992). Enurese da criança à família. Editora Escher: Lisboa. Larr, A. (2003). The handbook of child and adolescent clinical psychology. (cap. 7). New York: Brunner-Routledge. http://www.alterstatus.com/pt/perturbacao-do-controlo-dos-esfincteres.

NOVO DESAFIO-MUITA APRENDIZAGEM

Hoje recebi uma aluna que não tem laudo médico. Ela apresenta dificuldades na fala, motora, cognitiva, comportamental, dificuldades de controle do esfíncter e outros. Ela tem 7 (sete) anos, ainda está na fase pré-silábica da escrita e da leitura, escrevendo apenas garatujas. Foi encaminhada para a SRM - Sala de Recursos Multifuncionais, pela coordenação da escola. Minha primeira medida foi ter uma conversa com sua professora, que confirmou as dificuldades da aluna. Convoquei a família para uma reunião e procurei obter mais informações. Fiz também uma entrevista com a aluna. Constatada a necessidade desse atendimento, pedimos a sua mãe que preenchesse a ficha de matrícula do AEE - Atendimento Educacional Especializado. E já iniciamos o nosso trabalho. Penso que tenho um grande desafio pela frente, mas o meu maior objetivo é proporcionar a aluna condições necessárias para que aprenda, e se inclua no processo de ensino/aprendizagem de sua turma. Quando avançarmos relataremos com alegria nosso progresso. Começamos com (acolhida,apresentação, conversa informal sobre o que gostamos na escola, na sala e em casa, sobre os nossos desejos e as coisas que não gostamos de fazer na sala de aula, na escola, e sobre nossas dificuldades); como a aluna apresenta dificuldade na fala precisei pedir várias vezes que falasse devagar e repetisse o que dizia. Em seguida, minha aluna explorou um pouco o espaço que ia estudar, brincou com alguns objetos da sala; depois trabalhamos as vogais no software do Menino Curioso e em alguns sites de alfabetização. Passamos uma hora e vinte minutos envolvidas em nossas atividades. Nos despedimos após o lanche, e o que ficou em minha mente e em meu coração é que terei um grande desafio pela frente, mas tenho plena certeza de que teremos sucesso.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

RESPOSTA À ANSELMO DA SME/NATAL

Prezado colega, você me deixou muito feliz em acessar a nossa página. Obrigada por reconhecer o nosso trabalho. Você me escreveu relatando que gostaria de estar no AEE. É fácil, se comunique com o setor de Educação Especial da SME, aliás não é bem um setor, está vinculado ao setor de Ensino Fundamental. Nós temos algumas vagas para serem preenchidas. Procure se informar. É necessário que tenha alguns cursos na área de Educação Inclusiva, contudo tente, porque quando entramos na SRM os cursos começam a surgir. Professor, você me perguntou também sobre o que fazer com os alunos com necessidades especiais que vê em sua escola; encaminhe-os para uma avaliação na SRM e também chame a família e pergunte-lhe se têm laudo médico e/ou peça aos pais que leve-os a uma instituição pública para uma avaliação médica com o especialista necessário de acordo com a necessidade apresentada. Geralmente é um neurologista, psiquiatra, clínico, psicólogo, psicopedagogo. Em Natal há algumas instituições públicas que poderão atender esses alunos, procure se informar na SME com o pessoal da Educação Especial. Se na SRM-Sala de Recursos Multifuncionais tiver vaga, e for constatada a necessidade desse aluno ser atendido no AEE, essa pessoa não precisa de laudo, deverá ser atendida, o professor da SRM fará essa avaliação. Boa Sorte.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

RESPOSTA PARA CRISTIANA MARIA GALVÃO

Olá Cristiana, você me pediu planos de aula específico para pessoas com deficiência Intelectual. Durante todos os meus estudos pedagógicos, nunca presenciei planos exclusivos para determinada deficiência. O que podemos fazer é seguir parâmetros que determinamos para as realizações das nossas ações em relação a cada aluno, ou seja, de acordo com o educando, se planeja INDIVIDUALMENTE ações para atender a pessoa de acordo com suas possibilidades, desejos e necessidades. Você pode seguir qualquer roteiro, como: Objetivos, ações para atingir seus objetivos, metas e materiais a alcançar e selecionar; tempo necessário, as metas podem ser visitas que fará a algum especialista que atenda o aluno, a família e outros. E por aí vai e no final a avaliação das ações praticadas, não deixando de lado a retomada de maneira diferente daquilo que não deu muito certo. O que estou tentando lhe dizer é que não existe plano específico para a deficiência e sim para o indivíduo, independentemente se tem deficiência ou não. As atividades para a pessoa com deficiência intelectual podem ser as mesmas para qualquer pessoa, o que precisa ser feito são as adaptações necessárias de acordo com o nível e necessidades de cada aluno. Se tiver alguma dúvida, sobre o que lhe escrevi, se comunique comigo pelo mural. Um grande abraço!

Resposta para Leida

Prezada colega, fico muito feliz que tenha acessado o nosso espaço e de ter contribuído de alguma maneira com a sua prática pedagógica. Você me pediu que lhe desse sugestões de atividades para trabalhar a oralidade com o seu aluno autista. Leida, antes de tudo você deve estar consciente de que é uma pedagoga, não uma fonoaudióloga, o trabalho da SRM é fundamentalmente pedagógico. Partindo desse princípio, sugiro que trabalhe com software sonoros, DVDs, CDs de histórias e músicas, e estimule o máximo a fala, conversando com o aluno (a), lhe informe tudo que estiver fazendo e irá fazer no atendimento, faça as antecipações, ou seja, diga-lhe o que irão realizar naquele dia e o porque. Quando ele (a) apontar ou pegar em sua mão para lhe pedir alguma coisa, fale o que você acha que ele iria falar, por exemplo: Você quer abrir o armário? Você quer ligar o computador? Deixe-o tentar responder do seu modo, então você o ajuda depois e pede que tente repetir o que você disse. Tente não lhe dar algo imediatamente quando apontar, faça-o usar a fala o máximo que puder. Considero que você deveria conversar com sua fonoaudióloga, para saber as possibilidades fonoaudiológica do aluno (a). Tenho 5 autistas, 4 falam razoavelmente, e um está começando a balbuciar algumas sílabas agora, ele tem fono há algum tempo, este aluno está com 11 anos e tem autismo grave. O segredo está em procurar meios de induzi-lo a usar a oralidade. Conte-lhes histórias, faça-lhes perguntas, mesmo que saiba que não lhe dará as respostas, mas tente. As vezes, de repente temos surpresas, mas saiba que nada acontece de um dia para o outro, é preciso persistência e dedicação. Espero ter lhe ajudado um pouquinho. Um grande abraço!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

DICAS OU PASSOS QUE PODERÃO AJUDAR A SE ELABORAR O PLANO ANUAL DO AEE

PASSOS QUE PODERÃO SEREM SEGUIDOS OU NÃO PARA SE FAZER UM PLANO ANUAL DO AEE PARA QUALQUER ALUNO(A) 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Nome do aluno: Escola: Idade: Série: Turma: Professor do AEE Professor da sala regular: 2- Especificações do Plano: Objetivo Geral Objetivos Específicos 3- Organização do atendimento: Período de atendimento: Freqüência (número de vezes por semana para atendimento ao aluno): Tempo de atendimento (em horas ou minutos): Composição do atendimento: ( ) individual ( )coletivo 3 - Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno: Para trabalhar a oralidade: Para trabalhar a concentração: Para melhorar o desenvolvimento cognitivo: 4 - Seleção de materiais a serem produzidos para o aluno. • 5 - - Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquiridos: liste os recursos materiais que precisam ser encaminhados para compra e /ou que já existem na sala de recursos multifuncionais. • 6 - Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno: • Professor de sala de aula • Professor da Educação Física • Colegas de turma • Diretor escolar • Equipe pedagógica • Outros. 7 - Avaliação dos Resultados: OBS: Você poderá acrescentar mais ações ao seu plano e torná-lo mais dinâmico. Esse plano, você poderá formulá-lo para qualquer aluno(a)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

APRENDENDO COM A PRÁTICA - TRABALHANDO COM BRAILLE

Minha aluna tem visão sub normal no olho esquerdo (0,5%) e no direito cegueira total. Ela tem Retinopatia da Prematuridade, nasceu com 5 meses de gestação. Além disso tem alguns comprometimentos neurológicos, também tem hidroencefalia, usa uma válvula para eliminação dos líquidos que se acumulam na cabeça. Contudo, é uma criança alegre, simpática, inteligente e cheia de vida. Ela está há três anos no AEE- Atendimento Educacional Especializado, porém sua frequência é extremamente irregular, devido a problemas familiares e algumas vezes de saúde. Recentemente consegui que sua avó materna a trouxesse para os atendimentos. Recomeçamos nossos estudos sobre o Brillle, ela não tem atendimento em outra instituição, apesar do muito esforço que fizemos, há dois anos conseguimos uma vaga para a reabilitação no Instituto dos cegos do RN, mas ela não vai a este atendimento. Este mês, estou intercalando, ou seja, usando o alfabeto móvel em alto relevo para aprendermos Português e em seguida traduzimos as letras, sílabas e palavras para o código Braille. Essa foi uma estratégia que resolvi dispor e até agora, com essa aluna, está dando certo. Esqueci de mencionar que apesar de enxergar 0,5% no olho esquerdo, minha aluna é cega funcional, não consegue ver, em nenhuma fonte disponível socialmente. Fiz os testes visuais com contrastes diferentes e fontes até 96 e não obtivemos sucesso, pedi uma avaliação dos meus resultados ao IERC - Instituto Estadual de Reabilitação de Cegos, bem como um parecer da SME - Secretaria Municipal de Educação da nossa cidade para que confirmasse ou não a minha avaliação. Uma coordenora da SME fez a mesma avaliação na aluna e confirmou a minha posição de que a aluna é cega funcional, nunca lerá em tinta, tendo que ser alfabetizada em Braille. Então temos viajado neste universo, fiz o código Braille grande e o preguei na parede. Com uma verba enviada pelo MEC adquirimos O Brailito, Um bingo em Braille, uma bola de guizo, um alfabeto em EVA, um globo em alto relevo e outros. As vezes conto uma estória (ela ama ouvir estórias)e em seguida trabalhamos palavras da mesma em Brille. Também temos um livro neste código. Essa criança ama música e muitas vezes trabalhamos com os instrumentos da bandinha, cantando, dançando e tocando. Ela ri o tempo todo. Tenho uma caixa de areia com miniaturas e a aluna gosta muito de manuseá-las, aproveito para trabalhar a linguagem oral e a imaginação, mas estamos focadas no Braille, pois ela já está no quarto ano e precisa ler e escrever. Já está alfabética, seu desenvolvimento cognitivo tem sido satisfatório, mas precisamos avançar mais. Usamos o Braille de diferentes formas, primeiro utilizamos os códigos separadamente e em seguida fazemos as combinações para formar palavras e frases, números e outros. Precisei fazer um curso de Brille no IERC, para trabalhar com essa aluna. Na SRM nunca paramos de estudar.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Aprendendo com a Prática

Estou muito feliz e grata a Deus pelas experiências que Ele tem me proporcionado em meu trabalho. A semana passada estava trabalhando com um aluno, cadeirante, que não fala e só move um pouco as mãos e o pescoço. Estava tentando fazê-lo entender o som da letra B, através de figuras/palavras/letras. Após vários momentos de estudos queria saber se ele seria capaz de reconhecer o som estudado (B), Como ele não fala e seus movimentos são muito limitados, fiquei orando e pedindo a Deus ajuda,no sentido de descobrir uma maneira de saber se estava entendo; foi quando tive a ideia de colocar duas letras nas mãos e perguntar insistentemente para Ele, qual era a letra B de BOLA, B- de BOLO e das outras palavras estudadas. Meu aluno ficou por alguns segundos, me olhando e me ouvindo repetir por várias vezes a mesma pergunta, insisti e pedi que tocasse na letra B, (as vezes ele parece não entender o que falamos, ele tem 12 anos); lentamente ele moveu a mão e pegou na letra estudada, então mudei a posição da letra B e troquei a outra letra que tinha colocado com a letra B, para ver se realmente havia reconhecido. Ele novamente acertou, pegou na letra B. Amigos, fiquei muito feliz. Essa experiência me fez entender que precisamos procurar meios para alcançar nossos alunos, pois creio que todo mundo é capaz de aprender, no seu ritmo, no seu momento. O professor precisa conhecer o aluno e junto com ele descobrir, métodos e oportunidades de ensino/aprendizagem. Estou aprendendo todo dia. Esse aluno vivia segregado a sua casa e as instituições médicas, este ano é o primeiro ano de escolaridade dele (está em uma turma de 4º ano, devido a idade), ele está se socializando e interagindo satisfatoriamente na escola, todas as crianças o receberam com alegria. Trabalho muito com ele os jogos e atividades do Menino Curioso (Software de alfabetização, também utilizo atividades on line de alfabetização, pois, tenho um teclado de colmeia e consigo fazê-lo teclar com ajuda de um bastão que retirei de um brinquedo. Temos que está sempre procurando alternativas. Esse aluno demonstra também ter dificuldades de concentração e atenção, contudo, observamos progressos nestes aspectos quando contamos histórias nos lindos livros interativos que temos em nosso espaço, ele sorri e demonstra satisfação, através de gestos quando sorrindo tenta pegar no livro e folheá-lo. Cada pequeno avanço para nós é uma grande vitória.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

EXEMPLO DE PLANO ANUAL DO AEE PARA CRIANÇA COM TGD

ESCOLA ................................................................... ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PROFESSORA: ANO: A. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome da aluno: Idade: ............. Série: .............. Turma: ...........Turno: .............. Escola: Professor do ensino regular: Professor do AEE: B. PLANO DE AEE De acordo com o fascículo TGD página 38, lê-se: “
As necessidades decorrentes do TGD no cotidiano escolar demandam estratégias absolutamente articuladas com a experiência diária para que promovam aprendizado e possam ser generalizadas pelo aluno para outros ambientes sociais e de intervenção”. Desta forma, compreendemos que o atendimento educacional especializado aos alunos com TGD se fará mais eficaz, se for articulado juntamente com as professoras da sala regular e dentro da sala de aula comum. Lugar onde o aluno terá possibilidades de interagir com os colegas; desenvolver a comunicação oral de forma mais ampla e direta; tornar o aluno menos inflexível quanto à interação nas atividades apresentadas na rotina, pois estará o tempo todo com seus pares e aprendendo com eles. Enfatizamos também a grande importância de momentos individualizados ou em pequenos grupos para uso de softwares que apresentam conteúdos pertinentes as suas dificuldades e trarão grandes contribuições para sua vida cotidiana. Quando se fizer necessário terão atendimentos individualizados na SRM para observações e outros atendimentos mais específicos. 1 - OBJETIVOS DO PLANO: 1.1 Geral: Proporcionar uma reflexão e organização de atividades e estratégias para o acolhimento e desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos alunos com TGD na sala de aula regular e SRM. 1.2 Específicos: • Adequar a sala de aula regular para trabalhar as especificidades do aluno com TGD dentro da dinâmica cotidiana, se a professora regular permitir • Instigar a convivência grupal e sociabilidade do aluno TGD dentro da sala de aula regular e AEE, dependendo das especificidades da intervenção. • Proporcionar atividades que estimulam a leitura e compreensão do mundo a partir de vivências do cotidiano. • Incentivar atividades grupais com a utilização de recursos concretos presentes no dia a dia escolar e familiar de todos os alunos da turma. • Possibilitar o uso de recursos virtuais que aproximem ao máximo, experiências educacionais a realidade. • Inserir o aluno em aulas passeio junto com sua turma. • Manter uma relação dialógica constante entre escola e família para socialização dos avanços obtidos pela aluna. 2. ORGANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO: • Período de atendimento: Durante todo o ano letivo • Freqüência aluno: o ideal seria quatro vezes por semana, sendo três vezes na sala de aula e uma vez por semana na sala de recursos ou laboratório de informática, contudo devido a grande demanda da escola este ano excepcionalmente, estes alunos como os demais só terão um atendimento semanal. • Tempo de atendimento: 50 minutos de atendimento e 10m para registro. • Composição do atendimento: (x) coletivo (x ) individual Quando houver necessidade, na Sala de Recursos Multifuncionais. 3. ATIVIDADES PARA SEREM DESENVOLVIDAS NO ATENDIMENTO AO ALUNO: Tendo em vista que o atendimento dar-se-á predominantemente dentro da própria sala de aula regular é necessário que todos os passos sejam planejados previamente com a participação das professoras do AEE, da sala regular, auxiliar e outros se levando em consideração uma rotina diária para todos os alunos da turma, conteúdos que favoreçam a compreensão da organização do entorno dessas crianças e facilitem a leitura do mundo a partir de situações concretas, levando-se em consideração: 3.1 Organizações do espaço físico – Evitar grande quantidade de estímulos sonoros e visuais expostos em longo prazo na sala de aula. Se for necessário colocá-los para o uso em momentos determinados. Mesmo compreendendo que a memória visual do TGD é predominante, é necessário uma organização e uso gradual dos recursos destinados a este fim. 3.2 Rotinas – Construir coletivamente com a turma uma rotina levando-se em consideração todo espaço de tempo de permanência na escola. Entrada, atividades, lanche, relaxamento, recreação. Reforçar essa rotina diariamente de forma clara, explorando o dia da semana e a data através de calendário móvel, estimulando a participação de todos os alunos, inclusive de ....... 3.3 Usos do crachá – Confeccionar crachás e dispor em um lugar estratégico. Incentivar que cada criança pegue o seu, mesmo aquelas que já sabem ler, incentivando ............. a percepção do seu nome. 3.4 Organizações grupais – Incentivar as atividades em grupos, no caso as mesas usadas pelas séries iniciais já determinam seis crianças em cada grupo, identificar cada grupo com um símbolo (brinquedo, animal, fruta, cor...) para facilitar a identificação dos materiais pertencentes a cada grupo identificá-los com o mesmo símbolo. Ficarão em um grupo, ............ mais quatro crianças. Um dos espaços deve ser ocupado pela professora do AEE quando estiver em atendimento, para mediação direta no desempenho das atividades coordenadas pela professora titular. Na ausência da professora do AEE, o espaço será ocupado pela professora auxiliar. É importante que todos os comandos das atividades sejam dados pela professora titular da sala de aula para todos os alunos. É importante que no momento do AEE em sala a professora auxiliar fique presente na sala, mesmo dando assistência a outros grupos de crianças, mas com atenção também direcionada, mesmo que indiretamente ao grupo de Matheus, assim compreenderá a dinâmica do atendimento. Mesmo que todas as atividades tenham sido organizadas pelo grupo de professoras, a professora titular deverá comandar o processo em sala de aula. Isso será uma referência na organização das atividades de sua sala. 3.5 Materiais necessários para o uso diário: Organizar pequenas bancadas ou armários com materiais (cola, tesouras, réguas, pincéis, tinta, cordão, letras, jogos, revistinhas, fotografias) em potes ou caixas com a identificação do grupo. Organizar cartões com as mesmas identificações dos grupos para facilitar Matheus pegar a caixa do seu grupo. 3.5 Trabalhando conteúdos: Priorizar conteúdos que tenham forte relação com o dia a dia das crianças como a própria criança, a família, a casa e a escola, fortalecendo as especificidades da rotina familiar e da rotina escolar. Incentivar a produção textual a partir do uso de materiais concretos: Miniaturas na caixa de areia, fotografias, figuras... Proporcionando a organização do pensamento lógico e estimulando a linguagem. Quando o trabalho for feito com miniaturas a vigilância deverá ser dobrada para que seja evitado algum acidente com os pequenos. 4. SELEÇÃO DE MATERIAIS A SEREM PRODUZIDOS PARA O ALUNO. • Pranchas de comunicação alternativa: (Existem modelos sofisticados com sonorizadores de voz, mas podemos construí-las de forma artesanal com figuras, papelão, cola, letras, fichas, massa de modelar, argila, papel machê...) explorando a temática em evidência: alimentos, material de higiene, animais, material escolar, brinquedos. • Quebra cabeça com figuras: Também se levando em consideração a temática em evidência, intensificando gradativamente o grau de dificuldade, ou seja, a quantidade de partes que a figura é dividida. • Dominós com figuras e letras, figuras e palavras ou figuras e números. • Caixa de areia com miniaturas diversificadas para possíveis construções de histórias. 5. ADEQUAÇÕES DE MATERIAIS: Intensificar as cores dos materiais, os tipos e tamanhos de letras e números, caderno com pautas espaçadas e lápis da ponta grossa. 6. SELEÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS QUE NECESSITAM SER ADQUIRIDOS: Livros infantis que estimulem a atenção, potes diversos para acomodar objetos do uso cotidiano, tesouras, lápis coloridos, massa de modelar, cola, tinta de várias cores, pincéis de vários tamanhos – para uso coletivo nas atividades diárias em sala de aula. Computadores, softwares (Objetos de Aprendizagem – OA): ALFABETIZAÇÃO - Esse OA apresenta vários desafios, convida as crianças para uma viagem, mas só vai para todos os lugares quem for cumprindo as etapas 1ª etapa: arrumar a mala a partir de uma lista de objetos, quem conseguir viaja. Na chegada em outros mundos continuam os desafios como ajudar a organizar cardápios, completar placas na estrada com letras que caíram e etc. APRENDENDO COM A ROTINA Série: Educação Infantil/Educação Especial. Categoria: Alfabetização. FAZENDA RIVED – Esse OA é a replica de uma fazenda com curral, celeiro, galinheiro, pomar... as crianças são convidadas a ajudar organizando os animais nos currais, colocando os pintinhos que acabaram de nascer em um ninho, contando animais que fogem, colocando escadas para colher frutas. É uma atividade muito agradável e envolvente. SCRAPBOOK- Esse OA pode ser usado com ou sem internet possibilita uma infinidade de atividades usando fotografias ou figuras dependendo da temática em estudo as ferramentas do OA oportuniza trabalho os recursos do programa ou inserir outros recursos. TANGRAN – É um programa que possibilita a colagem de figuras geométricas e formação de figuras diversif. JOGOS DO SEBRAN - É um kit de jogos e atividades diversificadas incluindo: jogo da memória quebra cabeça, forca e muitos outros. TUX MATCH - Este programa é exclusivo para o trabalho com Matemática incluindo atividade para alunos da Educação infantil as series finais do ensino fundamental. É muito estimulante. Estes são apenas alguns recursos que poderão ser utilizados, embora à escola ainda não possua a maioria desses software, mas temos outros muito bons como O Menino Curioso (Alfabetização), ALFA ANE, A fazenda do Chico. 7. TIPOS DE PARCERIAS NECESSÁRIAS PARA APRIMORAMENTO DO ATENDIMENTO E DA PRODUÇÃO DE MATERIAIS: A escola necessitará fazer parcerias com todos os profissionais da área de saúde que atendem................, para troca de informações a respeito seus atendimentos. 8. PROFISSIONAIS DA ESCOLA QUE RECEBERÃO ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE AEE SOBRE SERVIÇOS E RECURSOS OFERECIDOS AO ALUNO: • Professor de sala de aula • Professor da Educação Física • Colegas de turma • Gestão Escolar • Equipe pedagógica • Monitores do Laboratório de informática • Pessoal da biblioteca • Merendeiras • Porteiros • Toda a comunidade escolar 9. AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS: Compreendemos que após a aplicação do plano proposto contemplamos as necessidades de investimentos nas áreas deficitárias do TGD: A Função Executiva, a Falta de Interação Social, Comprometimento da Linguagem. Será realizada uma avaliação permanente dos avanços, os pontos fortes serão reforçados e os fracos serão replanejados no decorrer do processo. 10. INDICAÇÃO DE FORMAS DE REGISTRO Serão efetuadas através de registros escritos, fotografias e filmagens durante e após cada atendimento onde será especificado os avanços, dificuldades, mudanças ou permanência de comportamento do aluno. Os registros servirão como subsídios para a reformulação do acompanhamento ao aluno e a ampliação e mudança de estratégias quando se fizer necessário. 11. RESULTADOS OBTIDOS DIANTE DOS OBJETIVOS DO PLANO DE AEE. O desempenho do aluno (nome do aluno) será observado desde o seu ingresso na escola. Os resultados obtidos serão avaliados de acordo com desenvolvimento dele em relação a ele mesmo, isto servirá de parâmetro entre o que fazia antes e o que faz agora, por exemplo. Onde avançou e por que não conseguiu avanços em determinados aspectos. Esses dados servirão para reformulação de novas estratégias e subsidiarão novas ações e objetivos mais específicos. 12. REESTRUTURAÇÃO DO PLANO. O Plano deverá ser reestruturado se: • Os objetivos não forem atingidos; • Houver impossibilidade de alguma ação ser efetuada; • Acontecer algum fato novo, que necessite do acréscimo de novas ações e estratégias; • Se houver necessidade de outras parcerias; • Se necessitar de ampliação devido aos avanços do aluno e outros. 13 – REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO: ALMEIDA, F. J. FONSECA JÚNIOR, F. M. Projetos e ambientes inovadores. Brasília: Secretaria de Educação a Distância – Seed/ Proinfo – Ministério da Educação, 2000. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação a Distancia. Universidade Federal do Ceará. Fascículo: Transtorno Global do Desenvolvimento. Coleção: A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Escolar. Ano 2010. Primeira Edição. HERNÁNDEZ, F. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Art Med, 1998. OBJETOS DE APRENDIZAGENS: Aprendendo com a rotina, Scrapbook, Fazenda Rived, Alfabetização disponível em: http://www.nec.fct.unesp.br/NEC/RIVED/Objetos.php Pesquisa realizada em 26/11/2010. Obs: Prezados colegas este é apenas um exemplo para ajudar àqueles que estão começando agora, mas vocês deverão fazer o seu plano de acordo com as necessidades e possibilidades do seu aluno e do meu em que vive.

EXEMPLO DE FICHA DE MATRÍCULA DO AEE

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESCOLA MUNICIPAL ASCENDINO DE ALMEIDA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO-AEE PROFESSORA GEYSA MARTINS FREIRE FICHA DE MATRÍCULA DO AEE - ANO 2014 01- NOME DO ALUNO ___________________________________________________________ 02 - DATA DE NASCIMENTO______________________________________ IDADE _________ 03 - NOME DO PAI _______________________________________________________________ 04 - PROFISSÃO _________________________________________________________________ 05 - NOME DA MÃE ______________________________________________________________ 06 - PROFISSÃO _________________________________________________________________ 07 - ENDEREÇO_________________________________________________________________ 08 -TELEFONE PARA CONTATO ___________________________________________________ 09 - NECESSIDADE ESPECIAL APRENSENTADA ____________________________________ 10 - TEM LAUDO MÉDICO ( ) SIM ( ) NÃO 11 - IDADE EM QUE COMEÇOU A ANDAR _________________________________________ 12 - IDADE EM QUE COMEÇOU A FALAR __________________________________________ 13 - ATENDIMENTOS CLÍNICOS QUE O ALUNO (A) PARTICIPA _______________________ 14 - OUTROS ATENDIMENTOS ___________________________________________________ 15 - DIA E HORÁRIO DESSES ATENDIMENTOS _____________________________________ 16 - INTERESSES E PREFERÊNCIAS DO ALUNO(A)__________________________________ 17- MAIORES DIFICULDADES APRESENTADAS PELO ALUNO(A)_____________________ 18 – ANO DE ESCOLARIDADE QUE ESTÁ FREQUENTANDO _________________________ 19 – TURMA________ E TURNO _____ PROFESSORA________________________________ 20– DIA E HORA DE PREFERÊNCIA PARA O AEE ____________________________________ 21 – OUTRAS PARTICULARIDADES _______________________________________________ OBS: Queridos colegas, peço-lhes desculpas pela configuração da ficha, contudo na hora da postagem ela aparece perfeita, mas quando a postamos fica desfigurada, fora dos padrões. Espero que compreendam. Um abraço.

terça-feira, 29 de abril de 2014

PESSOAS COM HIPERATIVIDADE NÃO SÃO NATAS DO AEE

" De acordo com o Decreto Nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado, destina recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica - FUNDEB ao AEE de alunos com DEFICIÊNCIAS, TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO E ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO, matriculados na rede pública de ensino regular, admitindo o cômputo duplo da matrícula desses alunos em classes comuns de ensino regular público e no AEE, concomitantemente , conforme registro no Censo Escolar." Desta forma, (grifo meu) os alunos com TDAH (Transtorno de Desenvolvimento de Atenção e Hiperatividade), não são alunos destinados ao AEE. Porém, defendo que se o aluno tem dificuldade de aprendizagem e houver vagas no AEE da instituição em que estuda, que seja atendido. O professor poderá ajudá-lo pedagogicamente através de atividades e jogos que propiciem o avanço no desenvolvimento da atenção, concentração e outras necessidades que tiver. Porém isso só deverá acontecer, se realmente não tiver um aluno nato (acima citado) precisando dessa vaga. Referência: Ropoli Edilene Aparecida. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva/Edilene Aparecida Ropoli...[et.al.]. Brasília: Ministério de Educação, Secretaria de Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Algumas dicas para se detectar o aluno com TDAH

Para cada item, escolha a coluna que melhor descreve o(a) aluno(a) (MARQUE UM X): 1. Não consegue prestar muita atenção a detalhes ou comete erros por descuido nos trabalhos da escola ou tarefas 2. Tem dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades de lazer 3. Parece não estar ouvindo quando se fala diretamente com ele 4. Não segue instruções até o fim e não termina deveres de escola, tarefas ou obrigações 5. Tem dificuldade para organizar tarefas e atividades 6. Evita, não gosta ou se envolve contra a vontade em tarefas que exigem esforço mental prolongado 7. Perde coisas necessárias para atividades (p. ex: brinquedos, deveres da escola, lápis ou livros) 8. Distrai-se com estímulos externos 9. É esquecido em atividades do dia-a-dia 10. Mexe com as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira 11. Sai do lugar na sala de aula ou em outras situações em que se espera que fique sentado 12. Corre de um lado para outro ou sobe demais nas coisas em situações em que isto é inapropriado 13. Tem dificuldade em brincar ou envolver-se em atividades de lazer de forma calma 14. Não pára ou freqüentemente está a “mil por hora” 15. Fala em excesso 16. Responde as perguntas de forma precipitada antes delas terem sido terminadas 17. Tem dificuldade de esperar sua vez 18. Interrompe os outros ou se intromete (por exemplo: intromete-se nas conversas, jogos, etc.) Como avaliar: 1) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 1 a 9 = existem mais sintomas de desatenção que o esperado numa criança ou adolescente. 2) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 10 a 18 = existem mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que o esperado numa criança ou adolescente. O questionário SNAP-IV é útil para avaliar apenas o primeiro dos critérios (critério A) para se fazer o diagnóstico. Existem outros critérios que também são necessários. IMPORTANTE: Não se pode fazer o diagnóstico de TDAH apenas com o critério A! Veja abaixo os demais critérios. CRITÉRIO A: Sintomas (vistos acima) CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes antes dos 7 anos de idade. CRITÉRIO C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., na escola, no trabalho, na vida social e em casa). CRITÉRIO D: Há problemas evidentes na vida escolar, social ou familiar por conta dos sintomas. CRITÉRIO E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele. - See more at: http://www.tdah.org.br/br/sobre-tdah/diagnostico-criancas.html#sthash.WmPIv0qV.dpuf

quarta-feira, 23 de abril de 2014

UM CONSELHO PARA QUEM ESTÁ INICIANDO NAS SRMs

UM CONSELHO PARA AS COLEGAS QUE ESTÃO INICIANDO NAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS, ESTUDEM SEUS ALUNOS E DESCUBRAM O QUE PODEM FAZER PARA AJUDÁ-LO PEDAGOGICAMENTE, NÃO LEVEM EM CONTA APENAS A DEFICIÊNCIA, NÃO EXISTEM ATIVIDADES ESPECÍFICAS PARA DETERMINADA DEFICIÊNCIA E SIM ATIVIDADES QUE PODERÃO SER ADAPTADAS PARA CADA UM DE ACORDO COM SEUS INTERESSES, DESEJOS, POTENCIALIDADES FÍSICAS E INTELECTUAIS E NECESSIDADES COGNITIVAS. CADA SER HUMANO É ÚNICO, E É POR ISSO QUE FORAM CRIADAS AS SRMs, PARA TRABALHAR AS INDIVIDUALIDADES DE CADA ALUNO E AJUDÁ-LO A SE INCLUIR NO MEIO EM QUE VIVE. UMA ÚNICA ATIVIDADE, UM ÚNICO JOGO, UM ÚNICO BRINQUEDO PODERÁ SER USADO PARA DIFERENTES CRIANÇAS OU PESSOAS É SÓ DESCOBRIR DE QUE MODO ESSA PESSOA PODERÁ INTERAGIR COM ELE. NÃO HÁ NADA PRONTO, MAS PARA ISSO É NECESSÁRIO QUE O PROFESSOR CONHEÇA SEU ALUNO. NÃO FIQUEM TÃO AFLITAS E ANSIOSAS, A PRÁTICA E O CONHECIMENTO LHES ENSINARÃO MUITO E ISSO VIRÁ GRADATIVAMENTE.

Atividades e postagens pedidas

CAROS (AS) COLEGAS, MUITOS SÃO OS PEDIDOS PARA EU POSTAR ATIVIDADES PARA DETERMINADA DEFICIÊNCIA OU NECESSIDADE ESPECIAL DE SEUS ALUNOS. TENHO ME RECUSADO EM FAZER ISSO, DESCULPEM-ME JÁ SEPAREI VÁRIAS, MAS RELUTO EM POSTÁ-LAS. NÃO ME QUEIRAM MAL. AS ATIVIDADES PARA OS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NÃO DIFEREM DAS QUE UTILIZAMOS PARA AS OUTROS CRIANÇAS. O QUE TEMOS OBRIGATORIAMENTE EM FAZER É ADAPTÁ-LAS AO NÍVEL, NECESSIDADES E POSSIBILIDADES DO NOSSO ALUNO. POR EXEMPLO UM LABIRINTO PODEMOS TRABALHÁ-LO COM LÁPIS ENGROSSADO OU ADAPTADO PARA O ALUNO QUE TEM DIFICULDADES MOTORAS, ESSE TIPO DE ATIVIDADE MELHORA A PERCEPÇÃO E A COORDENAÇÃO MOTORA FINA. OUTRAS ATIVIDADES MUITO LÚDICAS SÃO OS CAÇA-PALAVRAS, DOMINÓS DE VOGAIS, LETRAS E OUTROS, BINGOS, JOGOS DA MEMÓRIA E QUEBRA-CABEÇAS VOCÊS OS ENCONTRARÃO EM VARIEDADES NA INTERNET. QUANTO AS FICHAS SOBRE PLANO DE AULA, TEM UM MODELO EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS, DEEM UMA OLHADA,QUE ENCONTRARÃO.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

TRABALHANDO COM AS DIFERENÇAS

Este ano ampliaram-se os desafios no AEE da nossa escola, temos três novas deficiências apresentadas pelos nossos alunos: Distrofia muscular, Síndrome de Treacher Collins e Paralisia Cerebral. Estamos ansiosos e ao mesmo tempo felizes com a presença deles, sabemos que será um ano de muita aprendizagem, expectativas e esperanças de proporcionar a inclusão desses alunos no meio em que vivem.

quinta-feira, 27 de março de 2014

LIBRAS - ALGUNS SINAIS

Para se Trabalhar com Pessoas com deficiência auditiva é necessário que se utilize todos os sentidos restantes: visão, paladar, olfato e tato. É fundamental que se oportunize ao aluno o desenvolvimento de todos esses sentidos, para que aprenda e reconheça o mundo em que vive e se desenvolva normalmente. A utilização da Língua  Brasileira de Sinais (LIBRAS) para a criança surda é muito importante pois é sua primeira forma de comunicação, sua língua nata. Desta forma, com o intuito de auxiliar os professores novatos no ensino de LIBRAS, estou colocando alguns sinais desta língua para que trabalhem com seus alunos.







segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Atividades para desenvolvimento da escrita.

       
   Prezadas colegas após vários pedidos resolvi colocar alguns exemplos de atividades para o desenvolvimento da escrita. Lembro-lhes que as atividades realizadas no AEE são essencialmente pedagógicas e efetuadas de acordo com as dificuldades do aluno e não de acordo com a deficiência apresentada. Estou frisando este aspecto porque alguns colegas me pedem atividades destacando a deficiência do aluno. O que o professor precisa fundamentalmente observar são as necessidades do seu aluno e suas potencialidades.
         Estas atividades foram retiradas da coleção "FONO NA ESCOLA" de Márcia Honoro e Mary Lopes Esteves Frizanco.                               




OBS: A partir desses exemplos professor(a) você poderá criar muitas atividades de acordo com as necessidades do seu aluno(a), use sua criatividade.

MAIS UMAS ATIVIDADES LÚDICAS DA COLEÇÃO OFICINA LITERATURA DE ADSON VASCONCELOS; FERNANDA BELEZA E REGINA VILHAÇA..